terça-feira, 21 de setembro de 2010

Let's fall in love.


 Para Fábio Maia


Let’s fall in Love, dançando, girando hollywoodiano, de maneira brasileira, morenice, faceira, no inicio da primavera, que o vento desafia, o mar se inquieta, os pássaros provocam folia a alimentar suas crias, vamos nos apaixonar, pelo amor de sempre, pela vida de agora...
The look of love, Para o próximo, para mãos que tremem de emoção, para os olhos tristes do cão, para o jasmim que não chegou verde na primavera, para o amor de todo os dias...
I've got under my skin, uma emoção, um calor e por vezes um frio,
O pousar de uma borboleta azul, da seda, da água...
I’ve got under my skin tua mão e um carinho.
Tenho emoções...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

E pensar em ser uma Deusa. Parte I


As diversas formas de exercer a feminilidade sem ser julgada por preceitos.  No principio de tudo as mulheres eram vistas como deusas, tinham o domínio sobre o macho e mantinha uma dignidade absoluta e também um pouco tirânica. Mas o homem talvez por cansaço ou acordando começasse a perceber que sem ele a mulher não podia procriar, então, ao invés de se unir harmonicamente recusou e daí caiu em desgraça e de deusas passaram as mulheres a demônios. Tudo que se referia à mulher era nojento, promíscuo, e assim várias teorias foram criadas, todas humilhantes e mentirosas. Pensadores criaram superstições em torno da menstruação, caos total, mulher neste período azedava o leite, prejudicava a colheita e alguns casos eram isoladas, pois se dizia que a pobre tinha acessos de loucura, o mundo continuou a evoluir e ainda hoje em certos países a mulher é subjugada ter orgasmo é proibido e quando crianças são mutiladas para não sentirem prazer. Este resumo não completo da desmoralização feminina dá um longa corrida e chega aos dias de hoje, onde descem ao fundo do poço, perdeu o amor próprio, nudez, vulgaridade são hoje o que algumas acham ser “modernas”, a inteligência para tais criaturas femininas se resume em ter lido “O Pequeno Príncipe” Antoine de Saint-Exupéry, pedir a paz mundial e se possível a fonte da juventude, as exceções existem claro, mulheres fantásticas que fazem da sua vida uma luta por igualdade para todos, vale citar a filha de Karl Marx, Eleanor Marx, resolvi juntar a este texto um apêndice:
Eleanor Marx (Londres, 16 de janeiro, 1855 — Londres, 31 de março, 1898) foi uma ativista política e autora marxista, filha de Karl Marx.
Nasceu na Inglaterra, foi a menor dos filhos de Karl Marx. Foi educada em sua casa por seu pai; com o passar do tempo se converteu em sua secretaria, passando logo a ser professora em um colégio de Brighton. Teve uma relação amorosa com Hipólito Lissagaray, autor da História da Comuna de 1871; sem ajuda, a relação não floresceu devido ao rechaço de seu pai.
Em 1884, uniu-se à Federação Social Democrata e foi eleita para entrar em sua executiva, empregando parte de seu tempo em dar conferências sobre socialismo. Esse mesmo ano chegaria a ser um dos fundadores da Liga Socialista (formação rival da Federação) como seu companheiro de então, Edward Aveling.
No fim da década de 1880 e na década de 1890, Marx converteu-se em ativista sindical, apoiando greves como a de Bryant & May e a do porto de Londres. Ajudou a organizar a Gasworkers' Union e escreveu numerosos livros e artigos.
Traduziu diversas obras literárias, como Madame Bovary, assim como A dama do mar e Inimigo do povo, de Henrik Ibsen.
Em 1898, descobriu que Aveling havia casado secretamente com uma jovem, atriz. Propôs a ele um suicídio pactado, mas Aveling votou atrás. Em troca, proporcionou-lhe o ácido prússico que usou para suicidar-se, e abandonou a casa. Embora tenha sido publicamente reprovada sua atitude, não seria acusada de nenhum delito.
Entender o fim desta história de Eleanor é difícil, passional?

Frase: “Se você obedece a todas as regras, acaba perdendo toda diversão.” Katherine Hepburn.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Borboleta. Não as furte!







Então?
Quem foi que roubou a personalidade que estava na mesa e ia colocar agora em minha bolsa e dar para aquela pobre criatura que tem falta dela.
Como pode alguém roubar a personalidade que não lhe pertence?
Sou borboleta sempre fez parte de mim, seja mariposa, abelha, maribondo...
Então?
O que levará a seguir sem minha permissão, minhas idéias, meu sorriso?
Ora, ora, seria bom parar por aqui, ser criativo é possível para todos.
Ou será para quase todos?
Não use lágrimas ou faça cara de sou inocente, é péssima atriz, vamos acorde, busque teus dons internamente.
Não te faças de pobre alma, sei... Agora é ou se sente invejada?
Pobre criatura vampiresca cria então algo dramático e te veste da fantasia que te cabe, um morcego...
O que?
Agressiva, claro, não fui eu que te roubei, fui a lesada!
Tu és desservida, emporcalha a vida dos outros com teus aleives, quer viver a vida de quem?
Olha o espelho e a imagem refletida nele, esta é você, como?
Não ouvi, repete... A máscara?
Faça o favor, tu que colocaste se não quer sair é porque te serviu, não quer que os outros te vejam assim...
Bem feito, contudo, será que o que tem por debaixo é ainda pior?
Não me faça rir, disseste o que? – INGÊNUA?
Sabe. Não te odeio, tenho pena, jamais poderá ser borboleta, jamais...
Quer ficar com teu apanho? – Nem quero mais que me devolva, era para ser assim, não é a mim que trapaceia mas, a ti mesma.
Quer minha personalidade nunca terá mesmo que se transfigure, ainda não será tua...
Teu nome deveria ser sombra, teus olhos nada têm além de oportunismo e desfaçatez.
Teu sorriso um embuste, tuas palavras copiadas são serpentes e a falta delas é castigo.
Eu sempre serei borboleta, as cores em minhas asas irão desvanecer, pedaços serão perdidos e quando me for ainda assim... Minha essência será de uma borboleta.
Por quem passei e alegrei, pelos caminhos que colori, pelas fugas que vivi...
Foi esta vida que tive para Viver, versar minhas histórias e não furtá-las de ninguém.
Quanto a ti embusteira, desejo sorte e que um dia saia da estrada da trapaça e viva a vida que lhe cabe...





quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Internet seus crimes anônimos.








Estamos na era onde internet pode ser um achado ou grande roubada, neste mundo virtual onde se pode ser quem quiser, existem pessoas oportunistas que criam uma imagem que vai além do possível e acaba por tirar proveito de incautos internautas que de tão bons são ruins para si mesmos...
As famosas redes de relacionamentos saíram da tela do computador e foi parar na televisão HD como notícia criminal, golpes são dados em homens e mulheres, se bem que é as mulheres o alvo preferido e por alguma razão, mais fáceis de serem enroladas?
Acredito que um dos fatores é que estas mulheres geralmente estão na faixa etária acima dos cinqüenta anos, onde na sua adolescência sequer cogitavam essas máquinas fabulosas os computadores, a grande maioria não está preparada para filtrar o que deve ou não ser revelado, uma inocência a cerca de estar só, quando sua informação de perfil foi jogada na rede para o mundo. Lamentavelmente neste exato momento alguma pessoa esta sendo lesada no mundo virtual enquanto teclo este texto. Particularmente não entendo muito por que pessoas buscam em redes de relacionamentos, o ser humano chegou neste grau de desespero e talvez solidão, quais seriam os motivos de acreditar no virtual, não seria mais fácil sair com amigos e conhecer pessoas reais, contudo, ainda assim é terreno de areia movediça...
Um excesso de confiança vai sendo criado, mulheres já perderam a vida e não se trata de virtualidade e sim realidade, se já não bastasse toda violência que sofrem de seus parceiros agora ainda tem que se defender dos maníacos da rede. No Brasil ainda existem outros tipos de crimes na internet das mais variadas formas. Usar o bom senso ainda é a melhor forma de se proteger.

Juntei ao meu texto esta informação retirada do site Marcel Leonardi. Direito na internet.

Advogado Marcel Leonardi, um dos primeiros especialistas brasileiros sobre crimes de Internet. No momento, ele está nos Estados Unidos fazendo um pós-doutorado.
. A Constituição permite o uso de pseudônimo ou mesmo do anonimato, desde que para práticas legítimas. Para práticas criminosas, não.
2. Para autorizar a quebra do sigilo, o Juiz tem que firmar convicção de que foram cometidos crimes contra a honra de terceiros – no caso, calúnia, injúria e difamação. Portanto, sempre há um juízo de valor nessas autorizações, caso contrário a Internet viraria um caos, com pedidos de toda natureza para quebrar sigilo.
3. Há uma diferença entre a legislação americana e a européia e, no caso da brasileira, a proposta Azeredo. Nos Estados Unidos, partem do pressuposto de que o mercado definirá melhor o combate aos abusos. Por exemplo, um Google ou Yahoo sempre manterão registros nos arquivos para apresentarem quando solicitados. Na Europa, há uma lei específica exigindo a manutenção desses arquivos. É a diferença básica entre ambas legislações.
4. Um erro comum, nas vítimas de assassinatos de reputação, é ingressar com ação contra o suspeito, antes de comprovar tecnicamente a autoria. Depois de comprovada, a ação seguirá o disposto na legislação sobre crimes contra a honra, que pode ser uma ação penal (visando condenar o suspeito) e/ou cível (visando indenização).
5. Independentemente de condenações, Marcel sustenta que o próprio exercício do anonimato para ataques contra a honra enfraquece o autor perante a sua comunidade.
Para saber mais o endereço do blog.
http://www.leonardi.adv.br/blog



sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Conto Infantil. (Enfant)


Uma pequena história inacabada...


A folha em branco pediu uma alegria para menina que deitada estava ao lado do caderno que acabará de ganhar, então a pequena pegou sua caneta e lhe deu uma poesia, palavras com ou sem rima:
“onde moram os sonhos?
Nas asas da borboleta?
Nos meus olhos fechados?
Onde mora a saudade?
Em uma casa no meio do nada?
Na vida adulta que custará há chegar?
Ou em um primeiro beijo roubado?”

Insatisfeita a folha que agora tinha todas as perguntas da garotinha pediu uma ilusão...
Então a menina desenhou flores, borboletas, um dia de sol com uma chuva fininha para refrescar.
A folha agora era a primeira página de um possível livreto, mas, tinha o avesso e pediu...
- Quero um amor!
A menina desenhou um enorme coração, contudo, a página entristeceu e disse:
- Do que me adianta um coração vazio tenho que ter um sentimento dentro dele ou vários...
Pensativa a autora pensou em várias palavras até amor, porém, para ele chegar e ficar se lembrou que a página precisa ter duas expectativas:
E escreveu “futuro e esperança” e depressa foi até seu armário passou um batom rosa e beijou a página. Fechou seu caderno vestiu-se de fada e foi passear voando pela história que estava apenas começando.

Renata Farias

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Assunto Torto!


O mundo, o planeta Terra, impossível conhecer todos os lugares que nele ocupam espaço, países, continentes, hemisférios. Mesmo neste mundo globalizado onde ilusoriamente acredita-se reduzir distâncias um tanto utópico: e real é saber que existe limitações e o céu para muitos é o limite.
Enfim o que leva o homem a achar que pode ele tudo fazer e nenhuma consequência virá diante de seus atos desmedidos, sua ganância e total falta de sensibilidade ou civilidade. Ano de eleição e começamos a sentir o peso que teremos que carregar nas costas por longos quatro anos, vantagens de se eleger um candidato para determinadas regiões, a situação, e para outras a oposição e engraçado que no caso é partido de direita! Será que existe?
Assunto que causa discussão se for levado em conta que: “Historicamente esses termos surgiram durante a Revolução Francesa. O chamado "Terceiro Estado", alta e média burguesia e setores mais "populares", sentava-se à esquerda do rei, enquanto os aristocratas e o clero sentavam-se à direita.”
O que mais assusta é que nada que se tente explicar fica claro quando o debate é político, no Brasil tudo é tendencioso, sem contar que é um tal de se gabar do que realizou esquecendo que foi para isto que foi eleito pelo povo, trabalhar pelo povo e para o povo, será?
Nesta política internauta dos e-mail que colocamos como spam para não mais recebê-los e assistimos TV a cabo para não ver propaganda eleitoral gratuita tudo é efêmero e quando se dá conta o ano acabou e em janeiro o novo presidente e sua corte com direito até ao bobo ou coringa estarão a subir a rampa do Palácio do Planalto suando em bica com ar cansado e mudando sutilmente algumas palavras aqui e ali, irritante, patético e desanimador, nada novo acontece, não aparece um ser capaz de nos acalmar. Confiável isto sim é utópico, quase remédio para uso tópico, xarope para tosse e o que se tem é bronquite, falando em doenças outro problema saúde, nem dá para relacionar ou ironizar diante do sofrimento de milhares. Viva democracia, Viva o Povo, Viva o Palácio, Viva a Granja do Torto e Viva o dinheiro do povo brasileiro...


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Depoimento de uma amiga da Morte!


Não me peça perdão já se foi, voou e tenho certeza não voltará para gaiola, perdi o dom da desculpa ou será da tolerância?-Do que me cabe, sou fria como navalha exposta ao sereno e afiada como pedra desgastada pelo vento, meu coração um diamante negro e cheio de mágoa e minha história um drama insuportavelmente maçante...  Não regateio, o esquecimento, o mal que me fizeste mastigo lentamente e o amargo em minha boca cresce, as lagrimas são de raiva e não de remorso não o tenho há séculos...  Amigos não tenho afastei todos que queriam ser, sou cúmplice dos venenos, das facas, das munições, posso ir até uma única pessoa ou devastar milhões, se pensa o anticristo? – Não!
Sou ainda pequena perto da maldade que ele maravilhosamente têm. Até no mau sou egoísta quero uma única definição mas definitiva, meus sinônimos são vários prélio, conflagração, peleja, duelo, combate, luta, todavia aqui me declaro sou a Guerra, gerada da intolerância do Homem...

sábado, 7 de agosto de 2010

Aos amigos de ontem!

fonte internet caso seja o autor da fotografia basta pedir e retirarei.

E os laços eram coloridos, de fitas finas ou largas a bailar no vento, imagem da leveza em balé sincronizado e pintado tal qual um arco-íris. Perfumes de flores espalhados pelo ar frio da montanha, um vai e vem de sorrisos e olhares... Tudo em domingos dia da praça, do cinema, do skate, da sorveteria Mimi, do cine São Luís e Irmão Sol e Irmã Lua, motos indo e vindo, o vôo livre do hoje senhor Paulo. Amigos da adolescência que foram indo para longe e descobertos aos poucos, alguns no meio do Pantanal a tocar a boiada e outros como bons mineiros na Big Apple...
E os laços coloridos foram voando pelo mundo crescendo e desconhecendo uns aos outros, reencontros esparsos ainda acontecem vez ou outra... Alguns saíram voando junto a sua fita e não mais iram retornar, deixando uma saudade e uma lembrança. As memórias borradas causam riso ou lágrima e lá vêm à senhora com olhos de mãe de todos, com seu sorriso que faz qualquer um voltar à infância, único e brilhante cabelos enfeitados de fitas brancas e avental bordado acena e espalha alegria.
Desta vida o que se leva é a lembrança daqueles que de fitas se tornaram laços...




quinta-feira, 22 de julho de 2010

Enquanto descanso deste mundo dos blog's deixo uma pequena história já contada. Volto em breve.



 Monet.

A casa caiada.
Em algum lugar, em algum momento, uma pequena casa de pintura caiada com o mar a sua frente. Em uma cadeira de balanço esta sentada a Paciência uma senhora de cabelos negros como a noite cheia de estrelas, uma pele rosada e um ar tranquilo, nas mãos um caderno e na mesa ao lado lápis de cores infinitas, desenhos que ela fazia sem pressa e cada um deles contava uma história de suas amigas Fé e Esperança, e nestes desenhos existiam muitos rostos que sequer haviam passado por sua praia. Em sua cadeira Paciência via todos os dias o nascer e o pôr do sol, durante o ano assistia o mar se revoltar e ficar parado em uma calmaria que estabelecia a harmonia entre ser e estar. Sempre recebia a visita de outra senhora a Sabedoria e esta tinha um pouco de todas as suas amigas, a Fé, a Esperança, a Sinceridade e também a Paciência, sua visita era cercada de muitas crianças chamadas Alegrias que corriam pela praia e molhavam os pés na espuma das ondas, sentadas ali as amigas desejavam que todos pudessem ter esta benção, conviver com tantas amigas e alegrias, contudo, sabiam que tudo com o tempo acaba chegando, e só a mãe de toda a Vida iria lhes proporcionar esta expectativa de espera e realização de sonhos. O amigo Tempo sempre chega sem pressa é faz toda diferença, deixando que as horas pareçam infinitas, os dias mais longos e as noites de luar mais extensas. E nesta casa a porta sempre esta aberta, para todas as amigas Emoções, Sentimentos, Razão, todos que por esta porta passa e senta na varanda da casa caiada de alguma maneira se transforma.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Não sei que nome dar...



Em um fim de tarde sentado na mais alta rocha perto do mar estava um anjo, contemplando a espuma e o barulho imponente do mar, respirando o ar salgado e sentindo o sabor do mar na boca, sorrindo de estar ali tão absorto e absorvido pela natureza e sua força, podia ir com seus olhos no fundo das águas e ver peixes, estrelas, corais e tudo lhe enchia de paz e admiração. Ao longe ouvia pessoas falando, crianças rindo, idosos suspirando e alguém nostalgicamente e solitário recordava sua juventude, então uma lágrima escorreu e o anjo a segurou e guardou no bolso de sua veste. Caminhando passou despercebido por todos, mas, o senhor o sentiu chegar e com seu olhar de tristeza sorriu para o anjo que estendeu a mão e entregou sua lágrima com um sorriso, o velho homem apenas num sussurro agradeceu. O anjo pacientemente explicou que ele colocasse sua lágrima perto do coração e se foi do mesmo jeito que chegou...
O homem então com as mãos tremulas, pois sabia que não era um presente qualquer acreditou e sentiu tudo que fez aquela lágrima cair e com um sorriso percebeu que o passado estava no seu lugar guardado, o presente era uma dádiva que ele recebia e o futuro viria de qualquer maneira e ele estando ali ou não havia deixado suas impressões e seu olhar eternizaria na sua alma aquele momento e todos os outros que ele iria viver...

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Um minuto.

Me peça um minuto que lhe darei todos, contudo não conte que estarei aqui...
O mundo gira, o tempo corre... meus pensamentos voam...
Meu amor se eterniza!


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Palavras-Letras-Melodias


O ato: escrever é ter um olhar diferenciado do mundo que passa a ser lido por quem escuta aos olhos e lê com a alma, nesta troca metafórica existe a satisfação de ambos. A realidade sempre retratada em extremos de alegria ou dor por vezes o bom senso se vai, voa alto como a águia, mas a finalidade é única entreter e ser reconhecido. Informar e ensinar faz parte desta arte que perfaz o mundo pensar, calcular, decifrar e pesquisar. Nasceu o que ensina e também aprende o que ouve e se faz ouvir, aquele que junta idéias e as transforma em texto, são tantos anônimos que criam e poucos os que se destacam e se tal fato abala a criação? – claro que não, o prazer de imaginar, criar, encantar é individual, contudo compartilhado gratuitamente e assim cada contador de histórias senta a frente do papel e escreve, desenha, viaja, flutua, reflete e divide com o próximo que mesmo questionando e afrontando agradece e o que mais se pode querer senão a troca...
Cada vírgula e ponto podem pausar e finalizar uma história no momento, entretanto esta impressa e se eternizará se o autor será lembrado esta talvez seja a pergunta que só o tempo responderá. Cada palavra solta ao vento é como uma nota musical que compõe uma melodia, cada palavra no papel é o seu registro, o maestro espera ansioso e assim vamos criando soltando dó, ré, mi, fá, sol, lá, si aleatoriamente e milagrosamente harmonioso.