quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Infância


Bela infância em que se foi índio, pirata, palhaço,

Fantasia da alegria, sem compromissos e nem comprometimentos.

Onde tudo que queria era brincar,

Não almejava felicidade, pois, era a própria encarnação da alegria.

Na inocência viveu os mais lindos sonhos.

Cresceu e tudo que quer é a fantasia de ser feliz...

A alegria existe vem por vezes visitar,

Mas a impaciência a faz sair para tomar ar...

E quando fantasiado de mau humor, e aborrece a todos...

Então a infância volta correndo e faz sorrir com os olhos, a boca e o coração.

Bela maturidade que ensina que para ser feliz basta ser, índio, palhaço,

Ou vestir-se de alegria...

5 comentários:

Graça Pereira disse...

É tão bom voltar a ser criança...acreditar em índios, palhaços e fadas.
É um texto lindo, leve como o ar da Primavera que vai chegando devagarinho...
Vou tomar um cafézito lá fora... Vens daí? Que bom ter-te por companhia...
Um beijo
Graça

manuela baptista disse...

"agora eu era o herói
e o meu cavalo só falava inglês!
a noiva do cow boy era você além das outras três..."

para a alegria vestida de gente

um beijo

Manuela

Graça Pereira disse...

Renatinha
O que são sequilhos? Desculpa a minha ignorância mas deve ser algo bom pois a Manela tambem quer
e ela deve conhecer... Venham daí os sequilhos que eu e Manela damos o chá.
Uma boa noite, querida
Um beijo
Graça

Graça Pereira disse...

Minha Querida
Este fim de semana já vou fazer os sequilhos que devem ser deliciosos pois tudo que leva leite condensado, é um primor.
Obrigada pelo seu carinho e receita.
Beijocas
Graça

Tais Luso disse...

Oi, Renata, gostei deste texto e interpretei conforme a minha visão do momento.
Quando crianças, são adoráveis aquelas fantasias de palhaços, bailarinas, odaliscas; são pura alegria, diversão.

Porém quando adultos, vestimos certas fantasias para evitarmos atritos, inveja, arrogância, ciúmes que vêm de fora; que vêm de outros. São fantasias que confeccionamos para nossa alma e para nosso espírito, servem para nossa defesa contra a sordidez que vem do ser humano. Diria que são fantasias invisíveis: parece que foram feitas sob medida. Conseguimos tirá-las, quando ficamos a sós, ou rodeadas de pessoas que nos são por inteiro queridas.

Meu carinho
Tais luso