domingo, 20 de junho de 2010

Aventurar-se!



sábado, 19 de junho de 2010

Amigos e o passado amigo...

Um banco de cimento no meio da praça onde se pode olhar para o chão e ver mosaicos, cada pedaço daquela cerâmica levou o homem a um ponto do seu passado, primeiro lhe veio à infância e suas brincadeiras de subir em árvores, muros para provar que ele era um super, hiper herói, igual aqueles que usavam mascara e capa, alguns voavam e outros ficavam invisíveis, ainda tinha o mundo tão grande que ele jamais conseguiria desvendar todos os segredos das árvores e muros que existiam, tinha um mar aberto a sua frente e muitas aventuras, entre coqueiros e vegetação rasteira, foi então que o homem suspirou, profundamente, longamente, foi-se infância da inocência, dos amigos sinceros que só queriam bolas de gude e figurinhas. Parou e ficou observando o vento que vinha da praia trazendo uma mistura de sal e gasolina, fechou os olhos para esquecer os outros tantos pedaços, mas a natureza humana é por vezes masoquista, saudosista, seja lá o que fosse era também um pouco de tristeza. Esticou as pernas e seu pé tirou sem querer uma cerâmica, era marrom e estava bem aranhada, chegou à adolescência e todas as crises e dúvidas que acometem jovens, sexo, amor, profissão, maledicência, malicia e sensualidade. Amigos que já vinham do maternal, jardins e alfabetização, hoje crescidos e diferentes, recordou as suas primeiras decepções e lágrimas, fora injustiçado, julgado e até que enxergou e deu um basta, um amigo partiu, morreu de forma estúpida, então refletiu a morte é estúpida quando se é adolescente e seus quinze, dezesseis, dezessete vão te levando a liberdade. Ele então pensou, porém eu passei por tudo e me fortaleci, trouxe comigo só os que valem à pena e expurguei o que era lixo social. Todavia sou tão jovem, já quase formado e novamente uma pedra tive que chutar do meu caminho, arrancar a erva daninha que sufocava meu jardim, de tudo fiz e faço para um amigo, sou o que sou defeitos tenho tantos que ainda me pesam nas costas, aos poucos vou tentando corrigir e transformá-los em qualidades, contudo e não posso mudar minha essência que trago do tempo dos amigos sinceros, dos que não se vendiam por uma carona, que não lamentavam esperando dinheiro e sim ajuda ou palavra de consolo, dos amigos que subiam nas árvores só por brincadeira e não por interesse ou falsas razões. O homem então viu que o tempo passava as horas, os minutos e os segundos, seria tão fantástico se pudesse reboninar a vida voltar só nas alegrias, mas, o que seria das rugas causadas por uma lágrima de dor que te fez limpar os olhos e ver que o sol sempre estará lá, das brigas amorosas que fazem o perdão ser ardente e prazeroso nesta história tudo estará integrado no caos que é nossa vida. Não se pode nascer duas vezes, nem morrer e voltar, todavia podemos nos regenerar e curar das mazelas da humanidade inclusive das nossas próprias. O homem, o banco, o mosaico faltando uma pedra e o tempo.


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Marias



Brasil!!!!!



sábado, 12 de junho de 2010

Amor (texto um zilhão)



sexta-feira, 11 de junho de 2010

Patchwork




Cada retalho uma história ao final um arremate, a cada história contada aumenta um ponto, a cada ponto o pesponto, cada figura um personagem, cada furo da agulha no dedo uma pausa uma lágrima e quiçá um sorriso. E a história vai sendo confeccionada do retalho que já trás consigo também a história de como chegou ali...

terça-feira, 8 de junho de 2010

Obtuso



terça-feira, 1 de junho de 2010

tentativa poética.

A vida, a porta, um caminho, e no jardim flores, azuis, brancas, lilás, nos olhos um crisântemo, no lábio rubro rosa um disfarçado e malicioso sorriso. Em cada pensamento um pedido de sol ou de chuva, um renascer entre abelhas e borboletas levando e trazendo juras de amor coladas ao corpo. Na casa um retrato do tempo passado, no álbum um do presente, a cada movimento do ponteiro um beijo, em cada beijo um desejo, em cada desejo realizado uma alegria. Nesta dança encantada nada fica sem par. A cada vento frio um medo em sua partida recolhe e leva consigo, o sol acalenta a alma que exausta desfalece nos braços do tempo, ouvindo juras de amor que há tempos foram perdidas na gaveta repleta de papéis amarelos em letras desenhadas de azul. Ao anoitecer lá esta o silencio, a porta, e um jardim adormecido...




segunda-feira, 31 de maio de 2010

Uma Melodia.



quinta-feira, 27 de maio de 2010

angolo di Acqua - Véu das Noivas...


Quanta água, quanta...
Que força assombrosa, magnífica, imperiosa,
Véu, manto, fumaça, cortina...
Com ajuda do céu fica revigorada, poderosa, encantadora.
Noiva, apaixonante, pujante.
Um arco-da-aliança, celeste.
Tanto encantamento e tudo muito longe, distante léguas...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Meus Presentes.


Esclarecendo, Vinicius é filho de uma amiga, vi este rapaz crescer assim como sua irmã, todos vieram até mim por intermédio de meu filho que tem amigos desde o maternal do colégio 16 anos vendo estes meninos e meninas crescendo. O que posso querer mais da vida?
Família, alegria, amigos e filhos, sobrinhos alguns postiços, mas como se verdadeiro fossem, nestes vinte anos de casamento tive e tenho momentos especiais. Minha casa é a da “tia”, chegam aqui e escuto cada bobagem (feliz de mim por ter bobagens para ouvir), alguns estão na faculdade, outros como meu filho fará vestibular ano que vem às vezes me pego  vendo como chegaram a minha casa meninos danados, hoje são adolescentes, falavam de brinquedos e hoje falam de namoradas e futebol. Agradeço, pois vivi cada momento da minha vida rodeada de vidas todas especiais.
E aí tia Renata?

terça-feira, 25 de maio de 2010

Parabéns Vinicius Meu Filho do Coração.

Hoje é seu dia, seu momento ninguém pode roubar de ti esta alegria, o sorriso mesmo que escondido debaixo dos lençóis cúmplice dos teus segredos assim como o travesseiro teu amigo que às vezes molhado sente teu choro. Não se nasce duas vezes, contudo, renascemos todos os dias a cada amanhecer ou o mais improvável na hora incerta, no momento incerto, inusitadamente e tenso, essa inquietude se chama VIDA, o sangue quase se escuta, a pulsação parece mais forte e falta ar. Amadurecemos a cada aniversário ou desaniversário (Lewis Carrol citando Alice), vá lá descobrir...  – Neste mundo doido se cresce mesmo sem querer, porém não esquecendo jamais que rir é o melhor remédio, com certeza você sabe, pois optou em cuidar das pessoas ou seria fazê-las se reerguer. E muitos devem pensar nossa que Santo, mas sabemos que defeitos têm aos baldes e quando estes enchem jogamos fora metade deles e nos sentimos melhor, somos yin yang, negativo positivo, tela branca com ponto preto lá no canto e às vezes invertem as cores e tudo fica preto. Temos horror de preconceitos e sabemos que às vezes somos preconceituosos, dando risada assumimos. Nossos fins de tardes, comendo doces engordando e jurando voltar a caminhar, falamos mais que caminhamos e ficamos admirando a Lua, o mar. Somos amigos, você meu filho do coração hoje completa 25 anos, te desejo tudo de melhor, nisto esta um cruzeiro para Grécia, seis meses em Paris, um guarda-roupa griffado, um amor...  Saúde, Paz, um pouco de Loucura que faz bem, minha Amizade. Parabéns.


domingo, 23 de maio de 2010

Amado e Anônimo.

 
Anônimo teu amor, anônimo teus sentimentos,
Sem nome, sem cor...
Anônimo o medo, anônimo a duvida,
Procura-se um nome, procura uma identidade, uma imagem,
O espelho te mostra o anônimo, espelha um sorriso.
Anonimamente apaixonado...
Neste anonimato segue a espreitar.
Aos poucos desvendar-se entre palavras, declarações, sinais de ironia...
Anonimamente amante,
Anonimamente encantador...
Anonimamente só para ser misterioso...
Mas será que ainda consegue esconder quem é?
Será que já não foi descoberto nas entrelinhas?
Vai saber...

sábado, 22 de maio de 2010

Um índio menino amigo de Peri...




quinta-feira, 20 de maio de 2010

imagens retiradas da internet - pesquisa google - Poços de Caldas


Poços de Caldas (MG)
Cachoeira Véu da Noiva, atração imperdível da cidade mineira (Foto: Reprodução)

Situado no ponto mais lindo da Serra da Mantiqueira, a cidade de Poços de Caldas encontra-se a 260 km do município de São Paulo. A cidade é famosa pelas fontes de água mineral usadas em diversas terapias. Vale destacar também o artesanato do local onde a principal mercadoria comercializada são os objetos decorativos em vidro fundido que lembram os de Murano, na Itália.

Entre os pontos turísticos, a cachoeira do Véu das Noivas é o destaque. Visitas ao Recanto Japonês, Fonte dos Amores e Cascata das Antas também renderão bons momentos. Nesta época do ano, a cidade registra média de 15º, mas à noite o frio é tanto que a temperatura chega a beirar os 5º. Poços de Caldas é uma típica cidade que amanhece coberta pelas geadas da madrugada.
(retirado do MSN- Estilo de Vida

terça-feira, 4 de maio de 2010

Mãe Natureza.




A primavera é a estação do ano que representa o feminino em sua explosão de beleza e daí diríamos a natureza presenteia a menina, mulher e mãe. Desabrocha a beleza e o perfume, cobre o mundo de cor e verdes, rosas, lilás, amarelos, azuis, violetas, tudo misturado e harmonioso. Feminino ser encarna esta magnitude a gravidez em semente, grão, bulbo, coração que pulsa vitórias régias enfeitando o rio. A vida em seu ciclo único, a existência singular de cada um, a raridade dos gêmeos e sua inexplicável relação pensamento e sentimento. Cada flor tem sua pétala e cada uma seu sinal, cada cor tem um desbotar e cada flor ao chão retornará e voltará em botão a ser flor. Então chega o verão com seu sol irradiando sobre tudo e todos, o mar brilha o lago espelha o céu, cascata arco-íris presenteia orvalho na flor diamante, o verde do beija-flor esmeralda que num zunido vai e vem, mulher adquire o bronze esculpida por um artista, o astro rei. A noite de verão quente com sua lua cheia vem pratear as ondas do mar, a brisa balança os cabelos e mulher carrega o filho como se barco fosse, remando, remando... Então chega o outono e onde nada parecia querer nascer, o milagre acontece, um choro, um sorriso e a mulher fez-se Mãe... Agasalha o filho das estações e nesta dança da mãe terra, três estações, nove meses e a luz chega seja na primavera, no verão, no outono e no inverno esquentando a alma da menina, mulher, Mãe